sexta-feira, 29 de março de 2013

Sexta feira chamada santa...


Sexta feira chamada santa...

O mundo chamado cristão desde as últimas horas em um completo alvoroço corre de um lado para o outro, e a conversa nos elevadores, nos pontos de ônibus e até nos setores das empresas é única: você já comprou o seu ovo de páscoa? Você viu o preço de caixa de bombom? E ainda existem aqueles (as) que comentam como será o preparo do peixe da sexta feira, afinal, é sexta feira santa, e carne nem pensar... algumas culturas aqui bem perto, no interior do nosso cosmopolita Brasil,  neste dia, nem música podem ouvir. Afinal, tem que se respeitar o sacrifício do Cristo, e segundo eles, comer carne na chamada sexta santa é como estar participando do sacrifício de Jesus. Embora não existam provas do dia da crucificação e consequentemente do dia de ressureição, sabemos que esta aconteceu em um domingo e aquela na sexta. Mas tudo bem, fora escolhido um final de semana do ano para lembrar o sacrifício de Jesus, e isto é maravilhoso. A grande questão é: na sexta, chamada santa é necessária toda reverencia pelo sacrifício do Filho de Deus que morreu na cruz para tornar-se elo de ligação entre Deus e toda a humanidade caída, conforme afirma a Bíblia na carta de Paulo à Igreja em Roma no capitulo 5, e no versículo 10. Mas e na segunda-feira? O sacrifício feito já não importa. É preciso voltar à rotina: bebidas, cigarros, bagunça, fofocas, mentiras, traições, adultério..., maaasss... E Jesus?? Ahhh... No fim do ano tem Natal e aí, a gente lembra dele novamente.  Ops... Ou seria o natal do papai Noel? Tudo bem, mas e a ressurreição da morte que foi reverenciada na sexta?  Ressureição? É, no domingo! Ah... O dia do coelhinho dar os chocolates!...

O Senhor falou acerca desta parcela de gente que o observava de longe através das tradições, e disse: “... este povo com sua boca e seus lábios me honra, mas para longe de mim afasta o seu coração. O temor deles comigo consiste em mandamentos de homens, que foram instruídos.” (Mateus, capítulo 15, versículos 8,9).

A grande lição deixada pelo Senhor é que:  ser cristão é um estilo de vida , e não um posicionamento ou uma confissão em dias específicos do ano, com a intenção de apenas evidenciar um legado de família ou alimentar um lado , tradicionalmente religioso. O Grande apóstolo Paulo entendia muito bem isso, e evidencia este entendimento ao declarar na sua missiva aos Gálatas: "Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim". (Gálatas 2.20)

Este é o grande diferencial em ter uma vida com Cristo: "já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim".

segunda-feira, 11 de março de 2013

Igreja Triunfante


   No capitulo 16 do evangelho de Matheus a partir do vr. 13, o Senhor Jesus inicia um diálogo com alguns dos seus discípulos acerca da sua pessoa, mas, é no versículo 18 que Ele faz uma afirmação sobre a sua Igreja, Igreja esta que nasceria pouco depois em Atos cap. 2. O Senhor disse que sobre Ele, a grande pedra, a qual Paulo ratifica na sua missiva aos Efésios 2:20, dizendo que nós, Igreja, fomos edificados sobre a pedra angular, Cristo Jesus.

   Quando o Senhor diz na parte (b) do versículo: ... Edificarei a MINHA Igreja, entendemos o porquê desta ênfase do Senhor em dizer “MINHA Igreja” quando olhamos para o relato de Marcos no cap. 1, ver. 39 que diz: ... E foi para Galileia (Jesus), pregando nas sinagogas DELES e expelindo os demônios. Percebemos que nem sempre no lugar onde o Senhor opera, Ele tem a primazia. Logo, entendemos que a promessa feita pelo Senhor que está registrada em Matheus é para a SUA IGREJA. Por que sua? Porque é onde Ele é o centro, Ap. 1:13; por que Ele é o único que é adorado, Ap. 5: 12-14.

    A promessa para a sua Igreja é: as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Ou seja, o Senhor falou sobre uma Igreja triunfante, vencedora. Podemos destacar ao menos cinco características desta Igreja triunfante:

1) TEM COMO BASE A PALAVRA DE DEUS:

Ap. 03.08; Mt. 04.04; Sl. 119.09 – veja: Dt. 8:3

2) TEM CRISTO COMO O CABEÇA:

Ef. 1.22,23; Ef. 4.15; I Co. 2.16 – veja: Jr. 4.14

3) NÃO SE CONFORMA COM ESTE MUNDO:

Rm. 12.02; I Pe 01.14; I Jo. 02. 15-17; Ef. 04. 22-24; veja: Jr. 15.19

4) NÃO NEGA O NOME DE JESUS:

Ap. 03.08,10; Dn. 03.15-19; Dn. 01. 08. Veja: Mc. 16.17.

5) SE GUARDA DA CORRUPÇÃO DO MUNDO:

Tg. 01.27; Is. 01.16,17; Gl. 06:08.

Espero em Deus que esta breve análise acerca das características da Igreja triunfante possa abençoar sua casa e toda sua família. João 5.39

domingo, 24 de fevereiro de 2013

O templo cheio de Deus

    O grande profeta Isaias, um dos homens no Antigo Testamento, que mais foi usado pelo Deus de Israel, e reconhecido pela Igreja contemporânea como o profeta messiânico, ou seja, o que mais vaticinou acerca do Cristo, viveu intensamente as revelações do Senhor na sua vida. Todavia, essa intimidade com o Senhor teve início, quando o profeta de uma forma "costumeira" vai ao templo, como diariamente fazia, sendo que naquele dia foi diferente, pois Isaias descreve em seu livro ter visto a Glória de Deus, e esta Glória "encheu" todo o templo.
   Antes de seguirmos esta experiência, devemos lembrar que Isaias era primo do rei Uzias, rei de Judá. Uzias  naquele momento trazia no seu corpo marcas de uma lepra contagiosa. O texto de Isaias no cap. 6 relata que no ano em que morreu o rei Uzias, - o profeta afirma, eu vi a Glória do Senhor. Isaias como parente chegado do rei, tinha todo conforto de profetizar no palácio, liberdade de ir e vir sem sofrer hostilidade, pois afinal, seu primo era o grande rei de Judá. 
Enquanto  ele trazia dentro de si a confiança em um reino carnal , vivia um ministério limitado, onde a sua limitada visão só o permitia ver os defeitos alheios. Por inúmeras vezes, do cap 01 até o 05, vemos o profeta dizendo: "Ai das nações, ai do povo...", porém, quando o rei carnal (Uzias) morre na vida de Isaias, abre-se um espaço para um outro Reino atuar; o Reino de Deus; e na visão do profeta, ele diz: "... e a sua presença encheu TODO O TEMPLO".
   O que aprendemos com a experiência de Isaias é que, não há lugar para dois reinos dentro de nós, que para vivermos o novo de Deus, para e em nossa vida, Uzias, o reino carnal deve morrer. Notem o que o Senhor revelou para ele, ENCHEU TODO O TEMPLO, ou seja, Deus é exclusivista, e não divide o espaço que é dele, e para ele agir, com ninguém.
   Qual tem sido o Uzias que tem ocupado o espaço que na verdade deveria ser ocupado pelo Senhor em sua vida? Lembre-se: O VOLUME DO SEU VAZIO IRÁ DETERMINAR O QUANTO VOCÊ SERÁ CHEIO.
Que o Senhor abençoe sua vida!